Na terceira fase do programa, imóveis da faixa 1 terão novos itens para
redução do consumo de energia e sistemas alternativos ao de aquecimento
solar.
O valor limite da renda da Faixa 1 vai aumentar, passando dos atuais
R$ 1.600 para R$ 1.800 por família, o que permitirá que mais pessoas
sejam beneficiadas neste perfil, que concentra os maiores subsídios do
programa. Além do subsídio, o financiamento da Faixa 1,5 terá juros de
5%.
As taxas de juros dentro da Faixa 2 serão atualizadas. Famílias com
renda de até R$ 2.700 terão juros de 6% ao ano. As com renda de até R$
3.600, 7%. Na Faixa 3, até R$ 6.500, os juros anuais serão de 8%. Os
valores dos imóveis em todas as faixas serão atualizados.
Ampliação da plantaOs imóveis da Faixa 1 terão
novas especificações, gerando maior conforto térmico e acústico, com uso
de esquadrias com sombreamento, maior espessura das paredes, lajes e
acréscimo de 2m² na planta das unidades habitacionais.
Novos itens de sustentabilidade serão incorporados para redução do
consumo de energia, como aerador de torneira, válvula de descarga com
duplo acionamento, sensor de presença nas áreas comuns, bomba de água
com selo Procel e sistemas alternativos ao de aquecimento solar – não obrigatório para as regiões Norte e Nordeste.
Os empreendimentos da Faixa 1 do programa deverão atender regras
complementares aos Códigos de Obras municipais para elevar a qualidade
urbanística. Entre as exigências, dimensão máxima de quadra e estímulo a
parcelamentos com vias públicas, largura mínima de ruas e ampliação das
calçadas, redução da quantidade máxima de unidades habitacionais por
empreendimento, quantidade mínima de árvores em áreas de uso comum e
espaçamento máximo entre árvores nas vias e rotas acessíveis em todas as
áreas de uso comum.
Também na modalidade do programa para áreas rurais, as faixas de
renda e valores das unidades habitacionais serão atualizadas. Do Grupo 1
a renda anual passará de R$ 15.000 para R$ 17.000.
Impactos socioeconômicos
Em 2014, o Programa
Minha Casa Minha Vida contribuiu diretamente com geração e manutenção de
1,2 milhão de empregos diretos e indiretos. Proporcionou, desde o seu
lançamento, renda direta de R$ 120,32 bilhões. Isso representou, até
2014, uma média de 7,8% do PIB e 10,4% do PIB na cadeia produtiva da
construção. Nesses seis anos, o MCMV deteve 6% da participação dos
empregos na construção civil do país.


Nenhum comentário:
Postar um comentário