O presidente do PT, Rui Falcão, chegou pouco antes das 19h. “No Brasil todo temos manifestações, todas a favor da democracia, pedindo mudanças na política econômica e, principalmente, defendendo um projeto de país. Esse legado de 13 anos não pode ser ameaçado por golpistas”
Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil
Manifestação que contou com a participação da Central Única dos
Trabalhadores (CUT), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
(MST) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura
(Contag) reuniu milhares de pessoas ontem (16), em Brasília. Segundo os
organizadores, cerca de 5 mil pessoas já estavam concentradas, por volta
de 18h30, em frente ao Estádio Manpe Garrincha. A Polícia Militar
contabilizava 2,5 mil naquele momento.
Integrantes da CUT e de movimentos sociais marcham contra o
impeachment de Dilma Rousseff e pelo afastamento de Eduardo Cunha Fabio
Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Os manifestantes caminharam cerca de 5 quilômetros do estádio até o Congresso Nacional. Pediam a saída de Eduardo Cunha da presidência da Câmara e protestavam contra a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
O presidente do PT, Rui Falcão, chegou pouco antes das 19h. “No Brasil todo temos manifestações, todas a favor da democracia, pedindo mudanças na política econômica e, principalmente, defendendo um projeto de país. Esse legado de 13 anos não pode ser ameaçado por golpistas”.
Dentro do estádio, a presidenta participava da 3ª Conferência Nacional da Juventude ao lado do ex-presidente do Uruguai e atual senador José Mujica. A caminhada deixou o local em direção ao Congresso por volta das 19h50.
Manifestantes se concentram em frente ao Congresso Nacional onde o ato foi encerradoFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Emerenciana Ribeiro, de 75 anos, levou as duas filhas para a manifestação. “Vim para a rua protestar contra o impeachment. Minha família toda é contra o golpe tramado para acabar com a democracia”. Para Fabianos Ruas, de 41 anos, não há motivos para oimpeachment da presidenta Dilma. “O governo tem erros, mas não a ponto de tirar a presidente. Para mim, esse impeachment é mera disputa de poder. Vim para defender a democracia”.
Três das seis faixas de trânsito do Eixo Monumental no sentido Congresso Nacional foram interditadas pela polícia. Por volta das 21h30 os manifestantes chegaram ao gramado em frente ao Congresso Nacional, gritando várias palavras de ordem contra Eduardo Cunha, principal alvo do protesto. Por volta das 22h, os grupos começaram a se dispersar.
Os manifestantes caminharam cerca de 5 quilômetros do estádio até o Congresso Nacional. Pediam a saída de Eduardo Cunha da presidência da Câmara e protestavam contra a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
O presidente do PT, Rui Falcão, chegou pouco antes das 19h. “No Brasil todo temos manifestações, todas a favor da democracia, pedindo mudanças na política econômica e, principalmente, defendendo um projeto de país. Esse legado de 13 anos não pode ser ameaçado por golpistas”.
Dentro do estádio, a presidenta participava da 3ª Conferência Nacional da Juventude ao lado do ex-presidente do Uruguai e atual senador José Mujica. A caminhada deixou o local em direção ao Congresso por volta das 19h50.
Emerenciana Ribeiro, de 75 anos, levou as duas filhas para a manifestação. “Vim para a rua protestar contra o impeachment. Minha família toda é contra o golpe tramado para acabar com a democracia”. Para Fabianos Ruas, de 41 anos, não há motivos para oimpeachment da presidenta Dilma. “O governo tem erros, mas não a ponto de tirar a presidente. Para mim, esse impeachment é mera disputa de poder. Vim para defender a democracia”.
Três das seis faixas de trânsito do Eixo Monumental no sentido Congresso Nacional foram interditadas pela polícia. Por volta das 21h30 os manifestantes chegaram ao gramado em frente ao Congresso Nacional, gritando várias palavras de ordem contra Eduardo Cunha, principal alvo do protesto. Por volta das 22h, os grupos começaram a se dispersar.

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