O comando do PMDB e o Palácio do Planalto já dão
como certa a formulação da denúncia contra o presidente da Câmara,
Eduardo Cunha, o que pode culminar no seu afastamento do cargo. Por
isso, já se discute quem poderá substituí-lo. A informação é do
jornalista Fernando Rodrigues (aqui).
Caciques peemedebistas citam preliminarmente alguns nomes que
poderiam agradar ao PMDB e ao Palácio do Planalto (não necessariamente
nessa ordem): os deputados federais Lelo Coimbra (ES), Osmar Terra (RS) e
Edinho Araújo (SP), este último atualmente ministro dos Portos. Mas
ouve-se no Planalto e entre peemedebistas o nome de Miro Teixeira,
ex-ministro de Lula e hoje filiado ao Pros, do Rio, como um dos nomes
mais fortes.Miro (que já foi filiado antes ao PMDB, PP, PDT, PPS e PT) tem 70 anos e foi eleito pela 11ª vez em 2014. É o deputado federal em atividade com mais mandato.
REAÇÃO DE EDUARDO CUNHA
O que não se encaixa nessa equação preparada pela cúpula do PMDB e pelo Planalto é o fato de Eduardo Cunha estar decidido a não sair de sua cadeira se e quando for denunciado por Rodrigo Janot.
“Quem é denunciado não é réu. Primeiro, o Supremo terá de aceitar a denúncia. Eu já fui réu outra vez, mas fui absolvido depois. Vai prevalecer a presunção da inocência”, diz Cunha a quem o pergunta sobre o tema.
Cunha vai resistir até o fim. Na semana que vem, começa na segunda-feira (27.jul.2015), participará do evento em São Paulo “Almoço-Debate Lide”, cujo tema é “Democracia participativa e relação com a sociedade civil”. O Lide é comandado pelo empresário João Dória, que em 2007 articulou o movimento Cansei para pregar o “fora, Lula!”.
fonte: 247.jornal digital

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